Quero começar me desculpando pelo atraso nas publicações, esses dias foram intensos, mas tenho esperado dias mais tranqüilos e com certeza estaremos bem atualizados em nossas observações, quem sabe até adiantado. Vamos ver!
As minhas observações quanto aos três capítulos em questão são bem interessantes. No capítulo dez vemos as descendências dos três filhos de Noé, Sem, Cam e Jafé; nós sabemos que Cam havia sido amaldiçoado pelo seu pai, mas aqui nesse capítulo ele é o único que tem em sua geração um grande destaque: “Cuxe gerou também Ninrode, o primeiro homem poderoso na terra. Ele foi o mais valente dos caçadores, e por isso se diz: ‘valente como Ninrode’”. Gn 10.8
No capítulo onze vemos a narrativa da Torre de Babel, onde a intenção dos homens se mostra má e Deus decide então confundir a linguagem. Falar a mesma língua é essencial para o sucesso de qualquer projeto, Deus, aqui, estava querendo livrá-los de cometerem uma loucura. Esse texto é tão forte que me parece ser a segunda vez que Deus convoca a trindade: “Venham, desçamos e confundamos a língua que falam, para que não entendam mais um ao outro” Gn 11.7. A primeira vez foi em Gn 1.26 onde Deus estava fazendo algo muito especial: O Homem. Isso é bem interessante!
Ainda no capítulo onze vemos que Abrão é descendente de Sem e no capítulo doze vemos a aliança que Deus firma com Abrão e sua descendência e Deus o leva à terra que sua descendência iria futuramente herdar, terra que estava habitada pelos descendentes de Cam. Isso seria o cumprimento da maldição proferida por Noé sobre a descendência do seu filho Cam em Gn 9.26. Noé diz que Canaã, descendência de Cam, seria escrava de Sem.
Os capítulos são bem interessantes, podemos tirar grandes lições dos seguintes pontos:
Torre de Babel – Gn 11.1:9
O chamado de Abrão – Gn 12.1:9
A mentira de Abrão a faraó – Gn 12.10:20
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